Solidão e Saquinho são praias que não estão em qualquer mapa de Floripa

Dec 31, 1969
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As praias

A selvagem praia de Matadeiro já foi um local de caça de baleias. Em Floripa, Santa CatarinaSolidão, Saquinho e Pastinho são praias que não estão em qualquer mapa da ilha. Mas não tem segredo. A praia da Solidão, a 30 km do centro, é o último lugar ao qual você chega com um automóvel. No caminho, vai passar pelo Morro das Pedras, que é uma praia de visual espetacular. O mar revolto é bom para os surfistas, mas o melhor para toda a família fica um pouco mais adiante, na Lagoa do Peri. Ela é o maior manancial de água doce da ilha, um lugar para ficar tranqüilo com os pequenos. Depois dele, está a Praia da Armação, que leva este nome porque já foi um lugar de captura de baleias. Tem bela arquitetura, bons restaurantes e passeios de barco. O mar é mais tranqüilo do que o da vizinha Matadeiro, à qual só se chega a pé.

De volta à estrada, a próxima parada é o Pântano do Sul, uma praia de pescadores onde fica o restaurante mais pitoresco do sul da ilha.  O Arante começou há décadas como um bar onde os pescadores iam tomar uma cachaça antes ou depois de enfrentar o mar – a água ali é gelada. A famosa cachaça ainda existe, mas hoje é a boa comida que atrai os clientes. Peça papel e fita adesiva e deixe seu recadinho nas paredes, entre os milhares que já estão por ali.

Lagoinha do Oeste

A trilha da Lagoinha do Leste, em FlorianópolisDo Pântano é possível seguir a pé até Lagoinha do Leste, uma praia bela e isolada, que tem um curso de água doce, formando uma lagoa junto ao mar. Prepare os pulmões para 45 min de caminhada morro acima. Não se assuste se encontrar uma multidão no final da trilha. No carnaval passado, havia mais de 200 pessoas acampando por lá.

Se o que você busca é mesmo a Solidão, dirija mais 3 km. Sobe morro, desce morro, lá está. Além da praia de areias bem brancas, ela tem rio e cachoeira. Mas para ver o que é solidão de verdade, ande até o Saquinho.

Você vai seguir andando 45 min pelo caminho cimentado. Lá moram poucas famílias e a energia elétrica não pretende chegar tão cedo. Vale a pena parar para conversar com a gente simples e ouvir os "causos"no sotaque típico da ilha.

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