Tailândia é um destino exótico repleto de costumes e ensinamentos religiosos

Dec 31, 1969
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Buda de ouro, buda de jade, buda sentado, buda deitado... São budas de todos os tamanhos, formas e pesos, nas dezenas de templos dourados que tornam Bangcoc, na Tailândia, a capital mais deslumbrante da Ásia. Aliás, a própria Tailândia encabeça a lista dos países exóticos mais visitados do planeta. E quem tiver o privilégio de conhecê-la encontrará prazeres que satisfazem não só os olhos, como a alma e o bolso, já que, além de tudo, é um dos lugares mais baratos do mundo.

Depois do vôo... Nos Tuk-Tuks

O Tuk-Tuk, o meio de transporte mais popular da Tailândia

Depois de viajar dois dias seguidos, você finalmente chega à Tailândia, sonhando em esticar as pernas no quarto do hotel, certo? Errado! Antes, terá de enfrentar o congestionamento do aeroporto de Bangcoc até o centro da capital, o que pode levar mais de duas horas, para rodar míseros 30 quilômetros. Certamente, a pé, seria mais rápido. Mas é até interessante ver o malabarismo dos motoristas no trânsito pesado. Os mais afoitos são os condutores de tuk-tuks, uma espécie de triciclo motorizado. 

Você também leva um tempo para se acostumar com o jeito do tailandês falar inglês, porque trocam o "r" pelo "l". "Right", por exemplo, vira "light"! E você que entenda...

Cultura

Estátua de ouro, no país onde tudo o que reluz é realmente ouroA Tailândia – ou Reino do Sião, como era chamada até 1939 – tem mais de 60 milhões de habitantes e todos parecem ter algo para vender! A primeira coisa a fazer é  observar o povo, para não entrar em conflito com os costumes. O cumprimento não é um aperto de mão, mas um gesto de reverência com as mãos, feito uma prece, na altura do rosto. Muito elegante.

O povo é sereno, atributo herdado dos ensinamentos de Buda, já que 85% da população são budistas praticantes. Parecem não perder a paciência com nada.

Existem várias maneiras de se visitar a Tailândia. É possível, por exemplo, dividir a viagem em três regiões: a central, onde fica Bangcoc; a região norte, com Chiang Mai, seus templos e passeios de elefante; e o litoral de Phuket, com praias que mais parecem do Caribe.

Tudo gira em torno do grande rio que corta Bangcoc. Serve, inclusive, de avenida para os barcos a motor, que são os verdadeiros ônibus da cidade. Gigantescas figuras de deuses e demônios guardam a entrada dos santuários de Buda no palácio. O templo mais importante é o que abriga a imagem do Buda de Esmeralda (que, por sinal, é feito de jade), considerado um talismã do país. Não muito longe dali, fica o templo mais antigo da Tailândia, com – adivinhem! – outro Buda! Neste caso, deitado. Ele mede 46 metros de comprimento por 15 de altura, todo folheado a ouro. 

O bairro chinês na Tailândia

A Veneza do Oriente, onde tudo é vendido de barco em barcoAo passear pelo bairro chinês, muitas vezes o odor é mais acre do que exótico, é verdade. Nas ruelas, é possível ver insetos para comer sendo vendidos, uma coisa bem incomum. 

Frutos do mar ficam expostos sobre um tabuleiro com gelo e o cliente vai indicando o que quer comer. A refeição é preparada na hora. Se quiser provar outras especialidades locais, peça sopa apimentada de camarão, macarrão frito ou carne no leite de coco. A cozinha tailandesa é variada, deliciosa e quase de graça.

Uma das principais atrações turísticas de Bangcoc é o seu mercado flutuante. Mulheres de chapéus cônicos circulam por estreitos canais, remando em canoas repletas de frutas, pimentas, artesanatos e até cozinhas flutuantes, com caldeirões de comida pronta, para ser vendida para as outras barqueiras. Canoas-táxis levam os turistas para passear entre elas. 

 

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